--- Prêmio Angelo Agostini ---

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Bota tenso nisso!


Justo!


Pipoca murcha! Parte 2

Alguns filmes que assisti nos últimos dias...
No Limite do Amanhã
Pra começar, minha cota de filmes com o Tom Cruise é de apenas um por ano. Como Já tinha visto "Oblivion", que é uma bosta, e algumas partes do "Missão Impossível" (terrivelmente cortadas) na Tela Quente, acabei dando prioridade a coisas como "Meu Malvado favorito 2" ao invés desse "viva, morra e repita". Ledo engano. Pra começar de novo, os alienígenas daqui são totalmente fodas e diferentes daqueles Cloverfields da vida. Em sua primeira missão, o Major William Cage (Tom Cruise) tem "a sorte" de morrer e ser infectado por uma espécime rara. Resultado: acaba adquirindo poderes de viver o mesmo dia sucessivas vezes. Mas para isso ele tem que morrer outra vez; e outra vez; e outra vez; e outra vez... Acredite. Quanto mais o filme se desenrola nessa paranoia, mais inacreditável são as sequências. Certo! E o que tem haver essa mulher do cartaz? Bom, ela também já teve "a sorte" de morrer um dia (mas perdeu a força). Agora resta aos dois se entenderem e resolver a pendenga toda. Ou não!
>> Trailer (Como os aliens não aparecem perfeitamente, assista!)

As Tartarugas Ninjas
Sabe quando toda a tecnologia é a favor de uma coisa e mesmo assim ela sai uma bomba? Com vocês, as Tartarugas Ninjas. OK. 
Só não é um desastre total porque o filme soube explorar a forma como a juventude de hoje se comunica, tipo "bate-fala-empurra-xinga-bate-fala de novo". Isso dá aquele ar de adolescente moderno entre as criaturas, mas as mesmas ficaram tão parrudas nesse remake do remake que mais parecem dinossauros e não tartarugas. Mega Fox, coitada, ressuscitada debaixo da sucata dos Transformers, bem que tentou melhorar o visual do filme, mas é impossível quando se tem um fiasco de um roteiro manjado. Melhor cena? Aquela em que eles descem a mil por hora na neve. Mas apenas porque parece coisa de vídeo-game, e não um filme farofa. A do elevador também é épica. Mas daí cai uma antena gigante de cima de um prédio que faz você achar, por muitos e muitos segundos, que aquilo foi puramente copiado da luta entre Homem Aranha e o Lagarto. E isso é lastimável.
>> Trailer (Você vai achar engraçado e interessante, mas na prática o enfado é bem maior...)
Malévola
Ao contrário dos malditos remakes, essas versões de contos de fadas distorcidos até que têm se saído bem no cinema. Primeiro "Jack e o Gigante", depois "Branca de Neve e o Caçador", antes era "A Garota da Capa Vermelha"... E agora é "Malévola". O que esperar de bom? Angelina Jolie no papel de bruxa! Impecável, arrogante, extrema. E se um dia a tal bruxa entrou no castelo pra jogar uma praga na Bela Adormecida, ela não fez isso do nada. Muita coisa se passou antes desse episódio e tudo está no filme. Também estão lá vários detalhes diretamente do desenho oficial da Disney, como a névoa verde que envolve Malévola (100% fiel ao clássico). Para muitos intelectuais da vida real, Malévola pode ser um filme fresco sobre fadas e baboseiras mil, mas como atualmente também está cheio de filmes que "mostram tudo, mas não dizem nada", até que Malévola quebra um galho e tanto naqueles domingos pós-ressaca com música sertaneja no SBT e jogo do Corinthians na Globo... 
>> Trailer (Mostra que a bruxa é realmente o outro lado da moeda,
o que causa interesse em assistir)

Maze Runner - Correr ou Morrer
Primeiro um garoto acorda no centro de um labirinto sem lembrar do próprio nome nem de onde veio. Ao se agrupar com os demais (alguns já estão lá há 3 anos) ele questiona se deve haver algum meio de fugir daquele pesadelo!Sim, mas esse mesmo labirinto, além de ter hora pra abrir e fechar, é cheio de enormes aranhas robóticas gigantes e só quem pode explorá-lo são os denominados "corredores". Garotos escolhidos a dedo pra tentar mapear uma saída. Pronto! A partir daí começa a tensão entre o grupo que se divide entre "querer ir embora" e "se contentar como antes". E os "que querem embora" até que conseguem, mas só pra descobrir que tudo não passava de um maldito teste de fim do mundo. Ou seja, Maze Runner é mais um filme-calafrio de ficção científica cujo problema principal só será resolvido (simplesmente) no capítulo seguinte.
>> Trailer (Você assiste e pensa: "Deus me livre acordar num lugar desse!")
Ajuste de Contas
Dois veteranos e um filmaço. De um lado Stallone, do outro Robert De Niro. Ambos são ex-boxeadores rivais que se aposentaram antes mesmo de uma terceira luta acontecer (cada um ganhou um combate anteriormente). Então 30 anos se passou e sempre quando os dois se esbarram "espontaneamente", tome roupa suja pra lavar! Tudo no melhor estilo "velhos engraçados que não tem o que fazer". Até que um agenciador com pinta de Ed Murphy acaba marcando a tão esperada revanche e cada um vai treinar do seu modo. E é aí que a trama se desenrola pra gente entender o porquê da tal luta nunca ter acontecido. Comédia, drama, putaria, questão maternal, mais putaria e mais drama. Ajuste de Contas é a prova de que apenas uma dupla de atores consagrados (ao contrário daquela ruma de brucutu em Mercenários) basta, se o caso for criar um filme simples e cheio de sobressaltos.E só.
>> Trailer (Basta assistir pra ter mais vontade ainda de ver o filme)


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O Super Cartunista!

Pra ler os textos é só clicar com o botão direito, escolher a opção "abrir imagem em uma nova guia" e arrochar o nó!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Efeito Lavigne!


Jacaré!


Mais tiras desopilation!



Pé de galinha!


Tome!


Mudou alguma coisa?

Charge feita na época do segundo ou terceiro Big Brother.
Ou seja, há mais de 10 anos atrás.

Créc Créc


Charges!

Clayton, o chargista oficial do Jornal O POVO, está adoentado.
Enquanto ele não retorna, eu e o Carlus vamos revezando na charge.




Tiras desopilation!





quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

BENIHANA - A fenomenal arma biológica do Rock Cearense!!

Lembro muito bem quando chegava o ápice do saudoso festival A Morte do Capitalismo.
Eram 4 horas da tarde no Centro da cidade de Fortaleza/CE.
1º de maio de 2002, dia do Trabalho!
Sol troando na Praça do Ferreira. Lojas e escritórios se preparando pra fechar.
Idosos trombando no meio de estudantes trombando no meio de ambulantes.

De repente, toda a atenção era voltada pras batidas do palco
improvisado no meio da praça: Era a Benihana na área, filhote!

A banda durou de 1997 a 2007. Ou seja, bem na época em
que a cena roqueira de Fortaleza atingia o auge da sua história.

Desigualdade social, 500 anos de descobrimento, preconceito,
curtição, birita e violência nas batidas do rap, do rock, do psicodelia,
do hardcore e do ragga. Não é a toa que era considerada por muitos
como a "Planet Hemp do Ceará". Bom demais da conta!

Dois vocais altamente instigados berrando clássicos como
"bala de Borracha", "Tentação", "Olhando Torto" e a genial "Osama Bin Laden".
Uma paródia-conspiração cheia de altos e baixos capaz de estrondar qualquer ambiente.

Até mesmo uma praça lotada em pleno feriado nacional em uma época tão querida que,
infelizmente, não fazem mais igual nos dias de hoje!



Rotina


sábado, 17 de janeiro de 2015

Primeiras trombetas do apocalipse!!


Catálogo Guabiras dos seres humanos menos ordinários desse mundo - Parte 001

O homem que reinventou a adrenalina.

Todo moleque que se mete a andar de skate tem por obrigação conhecer Jay Adams.
O documentário Dogtown and Z-Boys e o filme Reis de Dogtown mostram exatamente isso.
Rançoso, sacana e talentoso, dono de um caráter exclusivo, Jay Adams simplesmente fez parte
dos Z-Boys. Grupo de skatistas que revolucionou as manobras do skate a ponto de colocar o objeto na lista dos esportes radicais. Z-Boys era um grupo, mas apenas três artistas se destacavam além.
Eram eles Stacy Peralta, Tony Alva e, claro, Jay Adams.
Era 1973 quando de repente as ondas da Califórnia não se formavam mais...
Deprimidos, mas cheios de ânimos, os Z-Boys decidiram continuar a diversão pulando as cercas das casas pra andar de skate nas piscinas secas. Estava feita a história, as manobras, as lendas..
Jay Adams em dois momentos:
 1) um moleque desafiando a gravidade 2) uma lenda soberana
Ex-surfistas solucionando seus problemas sem a noção do que viria acontecer adiante. Mas aconteceu, sim!
A famosa logomarca dos Z-Boys
Com o apoio da loja Zephyr, esses moleques ganharam fama, viraram celebridades, obtiveram poder de profissionais consagrados... Mas Jay Adams, que era justo o mais consagrado de todos, sentia apenas o contrário. Rebelde, filho de pais separados, garoto sem regra, para ele o skate era sinônimo de liberdade e nada mais. Se é que os atletas dos dias de hoje ao menos sabem o que significa isso. Com o tempo, Jay foi capa de revistas, se envolveu com drogas, foi preso, se superou e deu inúmeras palestras para novatos sobre os riscos e as proezas do skate, maior esporte de sua vida.

Jay Adams morreu em agosto de 2014 aos 53 anos, mas a última cena do campeonato que participou, mostrada no filme Reis de Dogtown, é de longe uma das maiores provas de suas virtudes: ser escroto e ser genial ao mesmo tempo.

Pra se ter uma ideia, o maior surfista da história, Kelly Slater, campeão mundial 11 vezes, só foi o que foi porque ele devolveu para as ondas do mar as manobras que um dia alguém pediu emprestado.
Pois é. Adivinha quem era esse alguém...

PARA ASSISTIR:

Os Reis de Dogtown (filme) clique AQUI

Z-Boys and Dogtown (documentário) clique AQUI

Jay Amads andando de skate aos 50 anos clique AQUI

A frase imortal de Jay Adams: “Você não para de andar de skate quando fica velho, você fica velho quando para de andar de skate”.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Crônica!

Sendo aprendiz de mim mesmo


Eu sei bem.
Sei que ousei encarar refúgios. Sei que ousei ter veneno.
Sei que ousei ouvir Iron Maiden. E sei que ousei em grandes decisões.
Em algumas situações, precipitado eu fui.
Em alguns casos, optei pelo instinto brutal.
Comi tutanos. Comi pérolas. Comi pedras e da maioria dos perfumes que experimentei encontrei ferrões que me fortaleceram mais ainda na arte de tentar.
Gritei a plenos pulmões! É verdade.

E só relaxei quando quase os enchi de água salgada naquela frustrante tentativa de nadar sem nem ao menos saber.
Colhi frutas, febres, quedas e aventuras. E na imensa lua fria solucei.
Como o diabo. Como o galho ao vento. Como o caco de vidro que se quebra e se esconde debaixo da cama. Dramas.
Desacreditei, amarguei, lutei contra as muitas sombras no quarto e encarei o temível dinossauro que habitava a minha floresta de sonhos.
Crescendo, derrapei na ladeira da angústia. Equilibrando-se entre quatro rodas de gelatina fixadas debaixo dos joelhos cansados de rasgar. Fiz manobras. Vi ossos expostos e fraturas na culpa e na dor.
Também contei rãs e caramujos em diversos riachos, atolando em açudes e fazendo cortes com escamas ao invés de anzol. E vi muitas vezes o rancor do sol.
Lado a lado com a fina chuva e a distorção dos hardcores melódicos que só os justos e os disciplinados conseguem enxergar.
Bebi drinques, ó se bebi, que só os mais atrevidos deuses teriam coragem de produzir. Cangaceiro e profeta. Consciente, deixei para trás apenas o que achei estar errado. E justifico. Correndo contra o tempo, a fúria, as ondas, a neblina e a solução. Mas nunca, nem a mais e nem a menos, além do que os meus filhos poderiam herdar. X-Men. Androide. Alien. Gosma. Predador ou penumbra. Ás vezes só nervo. Às vezes apenas sangue. Sempre combinando a naturalidade espontânea com as ocasiões certas. Sendo medroso, marrento, inútil, afobado, criança, desiludido e fanático.
Lunático, aprendi na base do verdadeiro Rap como se moldar.
No brega, herdei ser fudido. No Nordeste querido, abracei o aroma divino do ranço.
Tudo pra entender com mais profundamente o quanto a ironia humana é horripilante.
O que me surpreende mais atualmente?
Um quilo a mais de sabedoria científica?
Uma hipocrisia encomendada, sinistra, com a pura intenção de julgar só pra destruir esperanças? Perversidades insanas?
Ou uma nova receita de costela assada do mais novo restaurante? 
Pluguei-me. Injetei emoções. Apliquei destroços onde já havia adrenalina de sobra.
E fui tentando sobreviver ao novo. De novo. Dando conselhos a mim mesmo ao invés de se rejeitar e excluir todos. Unânime. Completo. Profético.Poético.
Pois aprendi desde cedo que o mundo roda. Apesar de só agora me surpreender com cada pedaço de destino que ele encaixa nesse meu quebra-cabeça.
Destino se faz sem planos.
Mas planos se fazem com presentes ao longo do ano.
Esse mesmo destino.
Que já me jogou como ioiô no abismo, mas hoje forra minha última queda com pétalas de uma fadinha surgida na mais bendita e exata hora.
Atrevida gotinha de orvalho.
Semente miudinha que perfurou meu coração e se enraizou pelo universo inteiro. Sol. Asteroide. Atlântida. Meu profundo tesouro soterrado.
Minha estrela guia.
Atual magia atual.
Dos meus olhos e de um novo amanhã.
Um derradeiro quadrinho. Uma obra prima rascunhada na parte de trás da última carta que escrevi a Deus. Fio de luz. 
Que atravessou pelo cascalho do imundo telhado e caiu diretamente no meu rosto. Só pra me fazer viver mais um dia.
Nessa vida. Nesse imenso mistério. Nesse transbordar de ciências e cotidianos.
Simples e complexo.
Complexo porque te amar é a coisa mais importante desse mundo.
E simples porque toda essa conversa é inútil pra descrever o que sinto por ti. 
Alimento. Sono. Desejo. Coragem. Ânimo. Orgulho.
E Saudade. 
Para Sílmia. 
Com amor e carinho.
*Crônica publicada no jornal O POVO em 30/10/2012
Pra ler na íntegra: http://migre.me/o2K8v 

domingo, 4 de janeiro de 2015

Cinema de Alá


Com tantos remakes meio-bocas sendo produzidos,
bem que a "inteligentíssima" indústria cinematográfica
poderia atualizar essa maravilhosa obra prima,
afinal, Simbad e o Olho do Tigre (1977)
é disparado um dos maiores clássicos da Sessão
da Tarde nos anos 80, quando "De volta para o Futuro, Rambo e Os Gonnies nem sonhavam em existir.

Imagine só: um príncipe é amaldiçoado por uma bruxa e vira um babuíno, daí Simbad tem que rodar o mundo pra conseguir curá-lo. Mas a bruxa tá vivinha e disposta a tudo, inclusive a construir e comandar um minotauro mecânico assassino. Lá pras tantas, ela chega a se transformar em uma gaivota pra bisbilhotar o navio alheio, mas acaba ficando com um pé de pato devido ao cálculo errado de sua porção mágica. Fodástico!

Sem contar os esqueletos enfeitiçados saindo de dentro do fogo, a morsa gigante que ataca todo mundo no gelo, o homem das cavernas do elo perdido e (enfim!) o fenomenal tigre dentes de sabre. Que nada mais é do que a própria bruxa apostando suas últimas fichas.
Bicha disgramada!!

Enfim!Mesmo com a ingenuidade dos efeitos especiais aos olhos de hoje (atualmente eles são comparáveis ao seriado Chaves!!), Simbad e o Olho do Tigre tem um roteiro digno de nota e Bagdá inteira festejaria caso uma nova produção desse as caras.
Fica a dica.

Baixe o filme completo AQUI: